João Loureiro

vista de "Desacordados", individual na Sé Galeria, São Paulo, 2023

vista de "Desacordados", individual na Sé Galeria, São Paulo, 2023

vista de "Desacordados", individual na Sé Galeria, São Paulo, 2023

registro de "Serpente", 2020

vista de "Drive-in", apresentado na exposição "Peixe-elétrico-moto-clube", na Sé Galeria, São Paulo, 2019

registro de "Amigos Fumantes", 2019

registro de "Cabeça", 2013'

registro de "O serviço das formigas", 2013

detalhe de "Luminoso", 2012

São Paulo, Brasil, 1972 \ vive e trabalha em São Paulo

A produção de João Loureiro é marcada por uma especulação de códigos de representação específicos e por uma figuração diagramática. Segundo Carlos Eduardo Riccioppo, daí deriva o aspecto de algo pop, bem-humorado, às vezes afiado ou mesmo malicioso, que os trabalhos costumam emprestar uns aos outros. Participou de exposições coletivas como Brasil futuro: As formas da democracia, Museu Nacional (Brasília, 2023); A máquina do mundo: Arte e indústria no Brasil 1901–2021, Pinacoteca de São Paulo (2022); Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos, Oca do Ibirapuera (São Paulo, 2017); Brasil, Beleza!?, museu Beelden Aan Zee (Haia, 2016); Open Borders/Crossroads – Vancouver Biennale (2014); Imagine Brazil, Astrup Fearnley Museet (Oslo, 2013); e Sobrenatural, Pinacoteca de São Paulo (2013). Entre suas mostras individuais estão Desacordados, Sé Galeria (São Paulo, 2023); Peixe-elétrico-moto-clube, Sé Galeria (2019); Pedra que Repete, Casa da Imagem (São Paulo, 2013); Fim da primeira parte, Galeria Vermelho (São Paulo, 2011); The Solo Project, VOLTA 6 (Basileia, 2010); Blue Jeans, Projeto Octógono de Arte Contemporânea da Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, 2009).

Suas obras integram as coleções do LAM Museum, Lisse; Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM; Museu de Arte Moderna de Santo André; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC USP; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Coleção de Arte da Cidade de São Paulo; Museu da República – RJ; Museu de Arte do Rio de Janeiro – MAR; Coleção Itaú Cultural – SP; Vancouver Biennale, Legacy work.

Obras

Reprodução assistida, 2018

Isopor, base de madeira, carne, antioxidantes, gelificante, ovos, freezer, armadilha para moscas, lâmpadas UV, alfinetes, moscas, vídeo e instalação elétrica
Dimensões variáveis

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Escala de cinzas, 2012-2013

6 sabores de sorvetes em 6 tons de cinza, casquinhas de biscoito pretas, vitrine refrigerada, freezer e equipamento para servir
Dimensões variáveis

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Tochas, 2023

Ferro, isopor, fibra de vidro, pintura poliester, pintura P.U e instalação elétrica
216 x 116 x 78 cm cada

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As gaiolas trocadas, 2018

Impressões jato de tinta sobre papel Fibre Mate

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Máscara II, 2024

Aço carbono e pintura P.U.
Unique
56 x 52 cm

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Serpente, 2019

Boa Constrictor Constrictor, drywall, fibra de coco, tronco, tanques de água, lâmpadas de aquecimentos e timer de iluminação

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Bases para mangas, 2019

Poliestireno e mangas
143 x 40cm
113x 80cm

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Amigos fumantes, 2019

Cigarros, maços e envoltórios

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O Diabo de Ouro, 2021

ouro
unique
4 x 5 x 5 cm

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Bateria com bigodes, 2016

MDF com pintura PU
Unique
145 x 210 x 100 cm

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Luminoso, 2012

Alumínio e cerejas em calda

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Cabeça, 2013

Moeda em bronze, mesa de madeira, motor giratório e instalação elétrica

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Catete, 2015

Conjunto de pijama composto por calça e camisa em tecido estampado, com bordado, botões de madrepérola e etiqueta impressa.
Confecção e reinserção comercial de versão do pijama usado por Getulio Vargas no momento do seu suicídio

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… a menos, 2015

Cédulas descoloridas quimicamente

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O serviço das formigas, 2013

24 peças de louça com imagens de formigas carregando objetos diversos, estrutura de trem motorizado em metal, madeira, poliuretano e instalação elétrica

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