Maria Thereza Alves trabalha e expõe internacionalmente desde a década de 1980, criando um corpo de trabalho que investiga as histórias e circunstâncias de localidades específicas para testemunhar histórias silenciadas. Seus projetos são baseados em pesquisa e se desenvolvem a partir de suas interações com os ambientes físicos e sociais dos lugares onde vive ou que visita por ocasião de exposições e residências. Esses projetos partem de respostas a necessidades locais e avançam por meio de um processo de diálogo, frequentemente articulado entre realidades materiais e ambientais e circunstâncias sociais. Embora esteja consciente dos binarismos ocidentais entre natureza e cultura, arte e política, ou arte e vida cotidiana, Alves deliberadamente se recusa a reconhecê-los em sua prática. Em vez disso, escolhe trabalhar com pessoas e comunidades como iguais, por meio de práticas relacionais de colaboração que exigem um movimento constante através de todas essas fronteiras.
Alves participou da Helsinki Biennial (2025); Lagos Biennial (2024); Thailand Biennale, Chiang Rai (2023); Art and Urban Nature Biennial, Genebra (2023); documenta fifteen, Kassel (2022); Panamerican Biennial of Quito (2021); Ural Biennial, Ecaterimburgo (2021); Biennale of Sydney (2020); Toronto Biennial (2019); Manifesta 12, Palermo (2018); Frestas Trienal, Sorocaba, Brasil (2017); Sharjah Biennial (2017); Bienal de São Paulo (2016, 2010); Berlin Biennale (2014); dOCUMENTA (13), Kassel (2012); Taipei Biennial (2012); Biennale de Lyon (2009); Guangzhou Triennial (2008); Manifesta 7, Trento (2008); e Bienal de Havana (1986), entre outras.
Alves recebeu o Vera List Prize for Art and Politics 2016–2018. Em 2024, recebeu o prêmio “Napoli è Donna” – Lydia Cottone Award – Categoria Arte.
Aquarela sobre papel
Unique
56,5 x 76,5 cm
Aquarela sobre papel
Unique
56,5 x 76,5 cm
Carvão sobre papel
Unique
127 x 357 cm
Vidro soprado à mão, latão, luminária, cabo
Unique
30 x 30 x 30 cm
Porcelana E Bronze
Dimensões variáveis